Terça, 06 Outubro 2009 14:20

Afinal o que é Gripe suína?

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Caso ocorra a contaminação, o paciente deve evitar sair de casa até cinco dias após o início dos sintomas, pois este é o período de transmissão da gripe A. 
Grupos de risco
 
Desde que as mortes em decorrência a gripe suína foram identificadas alguns grupos de risco foram observados. São eles: 
 
• Gestantes 
• Idosos (maiores de 65 anos) - neste grupo existe uma situação especial pois os idosos tem sido poupados de morte. 
• Crianças (menores de 2 anos) 
• Doentes crônicos 
• Problemas cardiovasculares, exceto hipertensos 
• Asmáticos 
• Portadores de doença obstrutiva crônica 
• Problemas hepáticos e renais 
• Doenças metabólicas 
• Doenças que afetam o sistema imunológico 
•Obesos 
 
Surto de gripe suína de 2009
 
O Ministério da Saúde divulgou na quarta-feira (16) um novo balanço sobre a gripe suína --a gripe A H1N1-- no país. Foram confirmados pelo órgão federal 899 mortes pela doença no país. 
 
O documento aponta, no entanto, que no período de 6 a 12 de setembro foram registrados 65 casos confirmados de gripe suína, contra 2.283 entre 2 a 8 de agosto. Desde 25 de abril até sábado (12), foram registrados no país 9.249 casos confirmados por exames. 
 
As mortes ocorreram em: São Paulo (327), Paraná (222), Rio Grande do Sul (148), Rio de Janeiro (84), Santa Catarina (48), Minas Gerais (24), Goiás (20), Minas Gerais (24), Mato Grosso do Sul (7), Amazonas (2), Roraima (2), Pará (2), Paraíba (2), Espírito Santo (2), Mato Grosso (2), Distrito Federal (2), Rondônia (1), Acre (1), Rio Grande do Norte (1), Pernambuco (1) e Bahia (1). Entre as vítimas, 91 eram grávidas. 
Vacina
 
O Instituto Butantan, em São Paulo, está colaborando com a Organização Mundial de Saúde em uma pesquisa para elaborar uma vacina contra a gripe suína e prevê finalizar o processo dentro de quatro a seis meses. 
 
Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) mapearam as sequências genéticas dos primeiros vírus influenza A (H1N1) a chegarem ao Brasil, que foram, segundo o Ministério da Saúde, coletados de quatro pacientes: dois do Rio de Janeiro, um de Minas Gerais e um de São Paulo. Segundo uma análise preliminar, o vírus encontrado nos casos brasileiros é idêntico ao que circula em outras localidades. 
 
Segundo Fernando Motta, pesquisador do Laboratório de Vírus Respiratórios e Sarampo do IOC, o sequenciamento genético é fundamental para acompanhar a evolução do vírus no país e abre a possibilidade para o desenvolvimento de protocolos de diagnóstico.